Mais da metade dos brasileiros não sabe ou não quer utilizar a internet

33% das pessoas disseram que não possuem interesse em usar a web, e 64% consideram a ferramenta des

Empresa espanhola lança ‘asfalto’ digital

iPavement, calçamento com chip que provê acesso à internet e a informações sobre a cidade, come

Carro autônomo da Google já pode circular em locais públicos

Veículo sem motorista da companhia superou milhares de quilômetros de testes e agora poderá ser v

 

Mais da metade dos brasileiros não sabe ou não quer utilizar a internet

maio 19, 2012 em Internet

Apesar da inclusão digital, novos números sobre a internet no Brasil revelam dados preocupantes. De acordo com um estudo feito pela Fundação Telefônica, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas e a operadora Vivo, 64% dos brasileiros consideram que o uso da web não é necessário, ou mesmo não sabem como utilizá-la.

33% das pessoas disseram que não possuem interesse em usar a internet. Para se ter uma ideia do tamanho da exclusão digital do povo brasileiro, em Florianópolis (considerada umas das capitais com maior inclusão do País), 62% da população disse que não acha necessário utilizar a internet com frequência. No Rio de Janeiro, este índice é de 54%. Outros 31% dos entrevistados na pesquisa simplesmente não sabem usar a internet.

“Ter o computador em casa não significa que ele está sendo usado. É indicativo, mas não é suficiente. Ter dinheiro também não é tão importante como se imagina. Educação é o fator determinante”, afirmou Marcelo Cortes Neri, professor do Centro de Políticas Sociais da FGV e coordenador do projeto. “A pesquisa mostra que não basta subsidiar computadores e construir centros de internet para combater a exclusão digital. É preciso investir em educação básica de qualidade. Se formos pensar em políticas de inclusão digital, temos de convencer as pessoas da importância da internet. Quando falta educação, não adianta ter computador.”

No Nordeste, uma das regiões menos favorecidas do Brasil, grande parte das pessoas disseram que não usam a internet por não conhecer o seu funcionamento. Em João Pessoa (PB), por exemplo, 46% dos entrevistados alegaram a falta de uso por não saber como manusear a tecnologia.

Já na região Norte a situação é ainda mais alarmante. Lá, o maior problema não é a falta de interesse ou não saber trabalhar com a web, mas sim a falta de computadores disponíveis. No relatório da FGV, o Amapá foi considerado o Estado com pior índice de acesso à internet no País.

Para a Fundação Telefônica, o estudo dá subsídios para traçar novas estratégias no crescimento da rede de internet banda larga pelo país. “A inclusão digital é vista por nós como uma forma de inserção social e faz parte do negócio da companhia. Esta pesquisa é importante para a aceleração do crescimento da internet no País”, disse Luciene Dias, diretora regional da Vivo.

Os estados do Brasil com melhor acesso domiciliar são Distrito Federal (58%), São Paulo (48%), Rio de Janeiro (43%), Santa Catarina (41%) e Paraná (38%). Já os de pior taxa são Maranhão (10%), Piauí (12%), Pará (13%), Ceará (16%) e Tocantins (17%).

Fonte: Olhar Digital

Empresa espanhola lança ‘asfalto’ digital

maio 14, 2012 em Internet, Tecnologia

Em geral, quando se fala em conexão pública à internet, as pessoas pensam nas alturas, no sinal que emana de grandes antenas. Uma empresa espanhola, porém, está mudando este paradigma e fazendo o sinal brotar do chão. A Via Inteligente desenvolveu um “pavimento digital”, placas de pedra com chip e antenas acoplados que permitem conexão à internet ou a informações sobre o município e seus serviços.

“É algo que vai favorecer a cidade inteligente, facilitar o turismo e prover conexão a qualquer hora do dia”, descreveu Félix Navarro, presidente do Agrupamento Empresarial Inovador do Pavimento Inteligente da Espanha (Asepi), um dos membros do consórcio da Via Inteligente, formado por empresa de tecnologia, universidades e órgãos governamentais.

O iPavement, como foi batizado, é uma placa de carbonato de cálcio, material utilizado comumente para cobrir calçadas e que permite a propagação de ondas de rádio. O material é instalado como qualquer outro piso e resiste a temperaturas de -15º C a 70º C.

As placas são conectadas à internet por meio de cabos de fibra óptica e de energia que ficam debaixo delas. A cada 20 metros de piso, é instalado, dentro dos blocos, um microprocessador de 5 Gbps e uma antena. A tecnologia é capaz de transmitir sinal wi-fi ou dados via bluetooth, além de organizar informações úteis ao cidadão.

As prefeituras podem, assim, prover conexão gratuita à internet sem instalar antenas, o que pode ser uma vantagem em locais tombados, pois não afeta a paisagem, de acordo com a Via Inteligente.

A própria empresa desenvolveu aplicativos para potencializar o uso da rede.  Por meio deles, afirma, é possível consultar as lojas e restaurantes próximos ao piso conectado, acessar sites, visualizar horários de meios de transporte, mapas interativos e informações sobre eventos, além de gerar cupons promocionais, o que pode ajudar a remunerar o investimento.

Um projeto piloto foi iniciado em dezembro na Porta do Sol, ponto central de Madri, Espanha. Lá, o piso digital ficou pronto em três noites e seu sinal, gratuito, oriundo de 150 metros de pavimento, agora ilumina 12 mil metros quadrados. O custo de instalação, não revelado, foi arcado pela prefeitura da capital espanhola e pelo Asepi.

O sistema permanecerá em testes durante 2012, a fim de ser aprimorado pelo consórcio Via Inteligente, mas já começa a se expandir. Em abril, Dubai, no Oriente Médio, afirmou que também instalará a novidade em seu solo. “Vamos transformar as ruas das cidades em plataformas informacionais”, afirmou Navarro.

Fonte: Guia das Cidades Digitais

Carro autônomo da Google já pode circular em locais públicos

maio 11, 2012 em Tecnologia

O carro sem motorista da Google segue superando obstáculos. Ele foi aprovado nos testes em Nevada, nos Estados Unidos, e ganhou a permissão para circular pelas ruas do estado – o primeiro a concedê-la. Agora, a gigante poderá intensificar as provas por que a tecnologia deve passar a fim de aprimorá-la.

O veículo, uma versão modificada do Toyota Prius, não precisa da intervenção humana para acelerar, parar ou fazer curvas. Ele já foi testado em cidades como Carson e Las Vegas, onde possuía uma licença especial, e agora Nevada decidiu conceder-lhe uma placa específica, vermelha e com o alerta: “autonomous car” (carro autônomo). Esta deverá ser incluída em todos os modelos que a Google colocar nas ruas, embora eles sejam bem distinguíveis por terem câmeras e radares acoplados ao teto.

O estado americano começou a trabalhar na licença para carros autônomos em junho do ano passado, quando seus legisladores aprovaram sua circulação em locais públicos. Em fevereiro o Departamento de Trânsito definiu as normas impostas a eles, que, inclusive, limita o número de unidades disponíveis para testes.

Para serem aprovados, os veículos sem motorista devem completar um trajeto de 16 mil quilômetros sem incidentes. Além disso, os cidadãos responsáveis por eles precisam enviar às autoridades uma descrição completa de sua tecnologia, um plano em caso de emergência, e se comprometer a treinar as pessoas que irão manuseá-los. A licença custa 100 dólares, mas também é preciso depositar um caução no valor de 1 milhão de dólares, que dá direito a colocar cinco carros autônomos nas ruas.

O governo de Nevada afirma que outras empresas o procuraram dispostas a testar veículos autônomos próprios. Embora os exames ainda estejam em curso, a intenção é liberar a venda de carros to tipo ao público em geral em breve. Eles terão placas verdes e um símbolo especial, e seus condutores terão de passar por um treinamento específico para obter a licença necessária.

Fonte: PC World

Google Drive é lançado hoje para brigar no mercado de nuvem

abril 24, 2012 em Internet

Agora é oficial: a Google está liberando hoje o seu esperado serviço de nuvem, o Google Drive. A informação, que circulava na internet desde ontem (23/04) por conta de um vazamento em um blog francês, foi confirmada há poucos minutos pela empresa num post em seu blog oficial. O serviço chega com uma nova versão do Google Docs e agrega a ele mais opções de armazenamento e outros softwares.

O Drive em versão básica, gratuita, oferece 5 GB de espaço para armazenamento, sendo que documentos criados com o Google Docs não afetam esse limite.  Para ter mais espaço, os usuários podem optar por vários planos que iniciam em 25 GB, com custo de 2,49 dólares por mês, e vão até 16 TB (limite), custando 799,99 ao mês. O Drive está disponível para Web, Mac, PC and smartphones e tablets Android (em app) e a Google diz que “está trabalhando duro para liberar uma versão de app para iOS”. O Drive é o novo Docs, portanto todos os usuários do Docs começarão a ser importados para o domínio drive.google.com. Quem optar por um plano pago terá um upgrade de espaço no GMail para 25 GB.

Além de utilizar os recursos atuais do Google Docs, os usuários vão poder utilizar novas apps que podem ser encontradas na Web Store do Chrome . Há 18 parceiros no lançamento, entre eles HelloFax (faxes), Balsamiq (mockups), Lucidchart (diagramas), DocuSign (assinatura eletrônica), SlideRocket (apresentações) and MindMeister (mapas mentais). Os usuários também terão disponíves mais recursos de busca pelos seus arquivos, incluindo reconhecimento de imagem e OCR (reconhecimento óptico de caracteres) que podem ser usados com imagens e documentos que forem digitalizados e armazenados no Drive. Para saber mais, confira o serviço no site original que já está em português.

Fonte: IDG Now!

Infraestrutura de TI: comprando mais, mas errado

abril 15, 2012 em Tecnologia

Em um passado não muito distante, um dos grandes problemas de qualquer projeto de tecnologia era a infraestrutura encontrada na maioria das micro e pequenas empresas: ausência de servidores, máquinas ultrapassadas, softwares piratas, redes mal configuradas, inexistência de segurança nas estações, etc.

São diversas as variáveis responsáveis pela existência desse cenário. Alto preço dos equipamentos, cultura avessa ao investimento em TI e mão de obra desqualificada, podem ser apontadas como as principais causas.

Com o tempo e, principalmente, graças aos incentivos fiscais, esta realidade foi mudando e as empresas passaram a investir em tecnologia. A área que mais se beneficiou foi a de equipamentos. Hoje em dia, não é raro encontrar empresas onde a totalidade de seus monitores sejam LCDs, com equipamentos novos e modernos.

Mas será que o problema foi resolvido? Em partes! Comprar equipamentos não é a única solução e pode nem sequer solucionar a deficiência na infraestrutura das empresas. Comprar não é uma tarefa simples. Comprar o mais caro ou o mais moderno não significa fazer a melhor compra.

Para fazer a compra correta, é necessário analisar as necessidades da empresa ou do projeto, ter conhecimento do budget, levantar as opções e aí sim decidir. Para ilustrar, vamos utilizar carros como exemplo: Ferrari é uma das marcas de carros mais prestigiada, mais moderna e mais cara do planeta. Escolher uma Ferrari sempre parece uma boa escolha. Porém, será que seria a melhor opção quando o trajeto para a qual será utilizada é uma trilha de terra, onde precisaremos atravessar córregos e pisos pedregosos? Acredito que não. Nesse caso, um veículo off-road talvez seja mais apropriado.

E esse passou a ser o cenário. Onde antes habitava a carência total de investimento em TI, hoje – em muitos casos – escolhas mal feitas ou inapropriadas de equipamentos são a realidade. São casos que vão desde super-servidores biprocessados, com peças redundantes para gerenciar redes com poucas estações e sem grandes aplicativos rodando, até desktops ou notebooks destinados ao uso doméstico sendo utilizados em escritórios.

Claro que o atual ambiente é melhor, pois já é o início, mas às vezes o que foi investido em um servidor superdimensionado e que será subutilizado, poderia ser mais bem aproveitado investindo em outros equipamentos. Da mesma forma, com um pouco mais do que é investido em um notebook doméstico é possível comprar um notebook de uso corporativo.

Então, qual é a fórmula? Como identificar qual é o equipamento correto para minha empresa? Leia o resto desta entrada →

Novo malware controla seu Android por SMS

abril 7, 2012 em Segurança

A empresa NQ Mobile Security descobriu um vírus perigoso chamado TigerBot, capaz de gravar conversas telefônicas, localizar o dispositivo usando o GPS, alterar as configurações de rede ou reiniciar o dispositivo, e tudo isso através do envio de mensagens de texto, mais conhecidas como SMS.

As ameaças de segurança crescentes à dispositivos móveis foram tão previsíveis quanto preocupantes, com milhões de smartphones chegando ao mercado. E a maioria deses dispositivos permanece com alguma rede de dados conectada permanentemente, o que é um “prato cheio pros malwares”.

Sendo o líder do mercado e tendo seu “código aberto”, é natural que seja a plataforma preferida infecção por malwares, com exemplares cada vez mais perigosos, como é o caso do TigerBot.

Este novo malware, o TigerBot, é controlado remotamente, enviando mensagens de texto ocultas do usuário. Estas mensagens são nada mais que comandos de sistema que podem gravar conversas telefônicas, alterar as configurações de rede ou reiniciar o dispositivo.

A melhor defesa continua ser cuidadoso ao instalar aplicativos desconhecidos, pois esta é a rota preferida de entrada destes “espécimes”.

Fonte: Seja Livre

Brasil lançará satélite para levar banda larga a todo País

abril 1, 2012 em Internet

Durante a 4ª Cúpula do Brics [bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul], encontro que acontece na Índia, o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp, afirmou que o Brasil prepara lançamento de um satélite geoestacionário de comunicação para levar banda larga para os serviços de internet e telefonia móvel 3G em todo o País.

Segundo informações do UOL, o País busca na Índia cooperação técnica para o satélite, cuja construção e lançamento, sob responsabilidade da Telebras e da Embraer, tem custo avaliado de 750 milhões de reais. O lançamento deverá custar cerca de 145,5 milhões de reais.

“Vamos fazer um concurso internacional que abre a possibilidade a uma cooperação tecnológica importante”, disse o ministro.

Brasil, Índia e África do Sul também discutirão nos próximos dias o lançamento de outro satélite para a observação do clima no Atlântico Sul, o que permitirá fazer medições necessárias para entender as anomalias com o campo magnético terrestre que deixam passar as radiações ultravioletas.

De acordo com o ministro, com a China, o Brasil prevê o lançamento de um satélite este ano e outro em 2014.

Fonte: Computer World